Biografando Vidas
Este Blog se concentra em escrever biografias de pessoas, com foco especial em figuras brasileiras. O blog é escrito em português e inclui artigos sobre várias figuras históricas e contemporâneas, como escritores, políticos, músicos e atletas. O blog tem como objetivo fornecer insights sobre as vidas e contribuições desses indivíduos, destacando suas realizações, lutas e impacto na sociedade. PIX 171.916.536-04
sábado, 8 de março de 2025
Naçoitan Araújo Leite
Naçoitan Araújo Leite
Linha do Tempo
- 18/11/2023 Na madrugada deste dia o Prefeito Naçoitan Leite atirou 15 vezes contra a casa onde se encontrava ex e o namorado em Itaporã.
- 25/01/2024 Na casa de outro ex prefeito de Iporá foram encontrados pertences de Naçoitan Araújo Leite: Passaporte e R$8.000,00 em dinheiro.
Motivação
Não aceitou o fim da relação com a ex-esposa.
Fontes
terça-feira, 4 de março de 2025
Fernanda Torres
Fernanda Torres
Fernanda Pinheiro Torres é uma atriz, escritora, cronista e roteirista brasileira.

Nome completo: Fernanda de Castro Torres
Nascimento: 15 de setembro de 1965, no Rio de Janeiro, Brasil.
Profissão: Atriz, escritora, roteirista e diretora.
Infância e Formação
Fernanda Torres nasceu no Rio de Janeiro, filha do renomado escritor e cronista carioca Fernando Torres e da atriz e cantora Maria Clara. Desde cedo, ela foi influenciada pelo meio artístico, o que contribuiu para sua escolha de seguir a carreira de atriz. Aos 18 anos, ingressou na Escola de Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde teve a oportunidade de desenvolver suas habilidades artísticas e obter uma formação sólida.
Início da Carreira
Sua estreia nos palcos aconteceu ainda muito jovem, com apenas 15 anos, no teatro, mas foi em 1980, aos 20 anos, que seu nome começou a ser reconhecido com o papel de destaque na peça "O Pecado de Jó". A atriz logo se destacou em produções tanto no teatro quanto na televisão.
No final dos anos 1980, Fernanda Torres começou a ganhar visibilidade também na televisão, especialmente com a novela "Vereda Tropical" (1983), que marcou a sua estreia em telenovelas. A atriz, com seu talento natural, logo chamou a atenção do público e da crítica. Ao longo dos anos seguintes, ela participou de diversas produções de sucesso, como novelas e minisséries, sempre se destacando pela sua versatilidade.
Consolidação como Atriz
Nos anos 1990, Fernanda continuou a se destacar nas telas de televisão e cinema, mas foi no teatro que ela consolidou seu nome como uma das grandes atrizes de sua geração. Em 1995, estrelou a peça "A Noite da Iguana", que lhe rendeu prêmios e reconhecimento da crítica.
Em 1997, a atriz viveu a personagem Lúcia, na novela "O Rei do Gado", papel que a tornou ainda mais conhecida entre o público brasileiro. Ela também se destacou em várias produções cinematográficas e teatrais, sendo elogiada pela capacidade de transitar entre diferentes personagens e estilos.
"Ainda Estou Aqui" e o Oscar
Fernanda Torres conquistou o auge de sua carreira ao ganhar o Globo de Ouro e o prêmio Satellite Award de Melhor Atriz de Drama pela sua interpretação no filme "Ainda Estou Aqui" (2024).
O filme, um drama psicológico que explora as complexidades da identidade e da solidão, foi aclamado pela crítica internacional, e a performance de Fernanda Torres foi descrita como arrebatadora.
Em "Ainda Estou Aqui", Fernanda interpretou Sônia, uma mulher que tenta lidar com as adversidades da vida moderna enquanto enfrenta as consequências de escolhas passadas e busca por um sentido de pertencimento. Sua performance intensa e emocional foi elogiada por sua profundidade e realismo, resultando em sua indicação e subsequente vitória no Oscar.
A conquista do prêmio de Melhor Atriz foi histórica para o cinema brasileiro, pois tornou Fernanda Torres a primeira atriz brasileira a ganhar um Oscar de atuação, consolidando sua posição como uma das maiores atrizes da história do Brasil.
Carreira Pós-Oscar
Após sua vitória no Oscar de Melhor Atriz por "Ainda Estou Aqui" (2024), Fernanda Torres vive um momento de grande destaque e celebração na carreira. A conquista do prêmio mais importante do cinema internacional foi um marco para a atriz, que tornou-se a primeira brasileira a receber a estatueta de Melhor Atriz em quase 60 anos de história da premiação.
Nos dias seguintes à cerimônia, Fernanda recebeu uma onda de reconhecimento, tanto no Brasil quanto internacionalmente. A crítica aplaudiu a profundidade emocional e a técnica impecável de sua interpretação no filme, e a atriz passou a ser convidada para participar de entrevistas e eventos internacionais, onde se destacou não apenas pelo seu talento, mas também pela forma como representou o Brasil no cenário global.
Atualmente, ela está envolvida em vários projetos, incluindo novos filmes e peças de teatro, além de iniciativas de direção e roteiro. Fernanda também se tornou uma referência importante para atrizes e atores mais jovens, inspirando-os a buscar excelência em suas performances. O prêmio de Oscar certamente abrirá novas portas para a atriz em termos de colaborações internacionais, e especula-se que ela possa assumir papéis em projetos de grande porte no futuro próximo, tanto no Brasil quanto fora dele.
Ainda é cedo para prever os rumos exatos de sua carreira após essa vitória histórica, mas uma coisa é certa: Fernanda Torres consolidou seu nome como uma das grandes estrelas do cinema mundial, e sua trajetória promete continuar a ser uma grande inspiração.
Conclusão
Fernanda Torres se destaca como uma das maiores atrizes brasileiras da sua geração, com uma carreira que abrange mais de quatro décadas de dedicação ao palco, à tela e à literatura. Sua trajetória inclui uma combinação de sucessos no teatro, cinema e televisão, e culminou com o prêmio mais cobiçado do cinema mundial: o Oscar.
Sua história é marcada por uma busca constante pela excelência artística e pelo compromisso com a transformação do seu ofício. Com a vitória no Oscar por "Ainda Estou Aqui", Fernanda Torres alcançou o reconhecimento internacional e continuará a inspirar novas gerações de artistas e espectadores.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2025
Marina Colasanti
Marina Colasanti
Marina Colasanti faleceu, aos 87 anos, em sua casa no Rio de Janeiro, no dia 28 de janeiro de 2025, acometida de uma pneumonia.

Marina Colassanti é uma escritora, jornalista e professora universitária brasileira, nascida em Asmara, na Eritreia, em 26 de setembro de 1937, que na época era uma colônia italiana. Sua família veio para o Brasil em 1948, quando ela tinha cerca de 11 anos de idade.
Colassanti começou sua carreira como jornalista e, posteriormente, tornou-se professora de literatura na Universidade de São Paulo (USP). Ela estreou como escritora em 1975, com o romance "O Palácio do Governo", e desde então publicou diversas obras de ficção e não-ficção.
Suas obras mais conhecidas incluem "A Flor de Piel" (1983), "Ponto de Fuga" (1990) e "O Segredo de Yara" (2001). Colassanti recebeu vários prêmios literários ao longo de sua carreira, incluindo o Prêmio Jabuti.
Marina Colasanti possui uma vasta e diversificada produção literária, abrangendo crônicas, contos, poesia e literatura infantojuvenil. Abaixo, apresento uma lista de suas obras:
Crônicas:
- Eu Sozinha (1968)
- Nada na Manga (1975)
- Aqui Entre Nós (1988)
- Intimidade Pública (1990)
- Eu Sei, Mas Não Devia (1995)
- A Casa das Palavras (2000)
- Os Últimos Lírios no Estojo de Seda (2006)
Contos:
- Zooilógico (1975)
- A Morada do Ser (1978)
- Uma Ideia Toda Azul (1979)
- Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento (1982)
- Contos de Amor Rasgados (1986)
- Entre a Espada e a Rosa (1992)
- O Leopardo é um Animal Delicado (1998)
- Um Espinho de Marfim e Outras Histórias (1999)
- Penélope Manda Lembranças (2001)
- Com Certeza Tenho Amor (2009)
- Do Seu Coração Partido (2009)
- Hora de Alimentar Serpentes (2013)
- Como uma Carta de Amor (2014)
- Quando a Primavera Chegar (2017)
Poesia:
- Rota de Colisão (1993)
- Gargantas Abertas (1998)
- Fino Sangue (2005)
- Passageira em Trânsito (2009)
Literatura Infantojuvenil:
- A Menina Arco-Íris (1984)
- O Lobo e o Carneiro no Sonho da Menina (1985)
- Uma Estrada Junto ao Rio (1985)
- O Verde Brilha no Poço (1986)
- O Menino que Achou uma Estrela (1988)
- Um Amigo para Sempre (1988)
- Será que Tem Asas? (1989)
- Ofélia, a Ovelha (1989)
- A Mão na Massa (1990)
- Ana Z, Aonde Vai Você? (1993)
- Um Amor sem Palavras (1995)
- O Homem que Não Parava de Crescer (1995)
- Cada Bicho seu Capricho (1992)
- Uma Ideia Toda Azul (1979)
- Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento (1982)
- A Moça Tecelã (2004)
- 23 Histórias de um Viajante (2005)
- Antes de Virar Gigante (2010)
- Breve História de um Pequeno Amor (2013)
- O Nome da Manhã (2012)
- Um Amigo para Sempre (2017)
Ensaios e Outros:
- A Nova Mulher (1980)
- Mulher Daqui pra Frente (1981)
- E por Falar em Amor (1984)
- De Mulheres sobre Tudo (1995)
- Fragatas para Terras Distantes (2004)
- Minha Guerra Alheia (2010)
- Como se Fizesse um Cavalo (2012)
Esta lista destaca a diversidade e a riqueza da produção literária de Marina Colasanti, que ao longo de sua carreira abordou temas variados com sensibilidade e profundidade.
Outras informações
Aos três anos de idade sua família mudou-se para a Itália. Em 1948 vieram para o Brasil fixando residência no Rio de Janeiro.
Estudou na Escola Nacional de Belas Artes no período de 1952 a 1956.
Em 1962 começou a trabalhar no Jornal do Brasil como redatora, cronista, ilustradora e editora do Caderno Infantil.
Em 1971 casou-se com o escritor Affonso Romano de Sant'Anna.
Prêmios de Marina Colasanti
- FNLIJ (1979)
- APCA (1979)
- FNLIJ (1982)
- FNLIJ (1988)
- FNLIJ (1989)
- FNLIJ (1990)
- FNLIJ (1991)
- FNLIJ (1993)
- Jabuti (1993)
- Concurso Latinoamericano de Cuentos para Niños (1994) — Costa Rica
- Jabuti (1994)
- FNLIJ (1994)
- Norma-Fundalectura (1996) — Colômbia
- Jabuti (1997)
- FNLIJ (1998)
- Mejores del Año (1998) — Venezuela
- Orígenes Lessa (2001)
- Monteiro Lobato (2002)
- Orígenes Lessa (2003)
- IBBY Honour List (2004) — Suíça
- FNLIJ (2004)
- Ordine della Stella della Solidarietà Italiana (2005) — Itália
- Odylo Costa Filho (2008)
- Alphonsus de Guimarães (2009)
- Mejores del Año (2010) — Venezuela
- Orígenes Lessa (2010)
- Jabuti (2010)
- Jabuti (2011)
- FNLIJ (2013)
- Ofélia Fontes (2014)
- Jabuti (2014)
- Orígenes Lessa (2015)
- Monteiro Lobato (2015)
- IBBY Honour List (2015) — Suíça
- Fundación Cuatrogatos (2016) — EUA
- Prêmio Iberoamericano SM (2017)
- Selo Cátedra (2017)
A escritora é considerada uma das principais vozes da literatura feminina brasileira contemporânea, e suas obras são estudadas e apreciadas por leitores e críticos em todo o país.
Características da obra de Marina Colasanti
As obras de Marina Colasanti possuem características marcantes que a destacam na literatura brasileira.
1. Narrativa Poética e Sensível
- Sua escrita é marcada por uma linguagem poética, repleta de metáforas e simbolismos.
- Os textos costumam ter um tom lírico, que provoca emoções profundas no leitor.
2. Temas Universais e Reflexivos
- Explora questões como identidade, memória, tempo, feminilidade e relações humanas.
- Muitas de suas histórias abordam reflexões existenciais, evocando sentimentos de nostalgia e introspecção.
3. Influência dos Contos de Fadas e do Maravilhoso
- Em vários de seus livros, especialmente os infantojuvenis, há uma forte presença de elementos fantásticos e mágicos, inspirados nos contos de fadas.
- Obras como Uma Ideia Toda Azul e Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento são exemplos dessa influência.
4. Feminilidade e Questões de Gênero
- Seus textos frequentemente abordam o papel da mulher na sociedade, discutindo temas como independência, opressão e resistência feminina.
- Um dos seus textos mais famosos, Eu Sei, Mas Não Devia, tornou-se um ícone do pensamento feminista.
5. Brevidade e Intensidade
- Marina dominava a arte da narrativa curta, como contos e crônicas, transmitindo mensagens profundas em poucos parágrafos.
- Mesmo em textos curtos, sua escrita tem uma grande capacidade de impactar o leitor.
6. Estilo Minimalista e Preciso
- Usa frases curtas, mas carregadas de significado.
- Prefere narrativas concisas e diretas, sem excessos desnecessários.
7. Ilustração e Visualidade
- Como também era artista plástica, Marina se preocupava com a estética visual de suas obras.
- Ilustrou alguns de seus próprios livros, criando um diálogo entre imagem e texto.
8. Jornalismo e Literatura
- Sua experiência como jornalista influenciou sua escrita, tornando-a ao mesmo tempo objetiva e reflexiva.
- Muitos de seus textos apresentam um olhar crítico sobre a realidade social e política.
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sexta-feira, 12 de julho de 2024
Padre é afastado após pregar que "petista vai para o inferno
Padre é afastado após pregar que "petista vai para o inferno"
Arquidiocese da Capital divulgou nota informando a decisão depois de denúncia de deputados.

Alcione Leal não será mais responsável por celebrar missas ou desempenhar outras funções como pároco junto ao público, embora permaneça como padre, conforme esclareceu a Arquidiocese. O episódio gerou repercussão após denúncia feita pelos deputados estaduais Pedro Kemp e Zeca do PT na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) (2).
Fontes
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